Vida e morte da democracia…

   Recensão, por Sunil Khilnani (‘The Idea of India’), do livro THE LIFE AND DEATH OF DEMOCRACY, de John Keane, onde introduz o termo “monitory democracy“, com que descreve uma nova era da democracia iniciada por volta de 1945.

Ver imagem em tamanho grande

http://www.ft.com/cms/s/2/c711720c-5c53-11de-aea3-00144feabdc0.html

“By the first half of the 20th century, European democracy in nationalist regalia had dug its own graveyard, as the continent imploded in fratricidal wars. By further paradox, many of representative democracy’s real advances originated in hinterlands: in Uruguay and Mexico, which pioneered universal suffrage and invented electoral courts; in Australia and New Zealand, which devised the secret ballot and experimented with proportional representation; above all, in India, which defied democratic theories that prescribed literacy, a middle class and cultural uniformity as essential for democracy’s success.”

 e,

(Não, peço desculpa, agora são assim: US drone

Esta notícia apareceu à mesma hora que este post: “More than 50 people died in missile strikes by a US drone aircraft in a Taliban stronghold area of Pakistan, officials there have said. The people killed in South Waziristan had been attending the funeral of a militant commander who had been killed in an earlier strike.” Enfim…

E já agora, ainda o Keane:India’s democracy has flourished in what Keane terms the third era of his subject’s long career. Monitory democracy, born out of dissatisfaction with electoral democracy within national boundaries, seeks to supplement representative democracy with other ways of scrutinising power. It is interested in how ballots are counted, and how the bills and receipts of the elected add up. In a world where deference and trust are in short supply, monitory democracy relies on non-elected watchdogs, on public interest initiatives, on snooping journalists and 24-hour communications networks.”

http://www.johnkeane.net/

 

6 respostas a Vida e morte da democracia…

  1. Constantino Xavier diz:

    Para além do hilariante “CHRISTAINNITY”, é simbólico as duas religiões “estrangeiras” terem ficado para último…

  2. ken5z9mana diz:

    podiam-se trocar todas elas, mas depois não ficava aquela diagonal perfeita, e o cartaz ficava desequilibrado. assim ficam mais ou menos por ordem cronológica de chegada ao subcontinente…

  3. Sérgio Mascarenhas diz:

    Excepto quanto à ordem cronológica. Se bem me lembro, essa é a seguinte:

    Jainismo
    Budismo*
    Cristianismo
    Islão
    Hinduismo**
    Siquismo

    * O budismo só figura nesta posição porque sobreviveram ao longo da história pequenas comunidades budistas em regiões remotas e marginais. Porém, é igualmente defensável colocar o budismo no fim pois o budismo de hoje foi re-introduzido ao longo das últimas décadas num país de onde ele tinha sido erradicado.

    ** O hinduismo contemporâneo não é uma região antiga.

  4. ken5z9mana diz:

    Agora vai ao Google IMAGENS, faz uma entrada ‘jainism’ e depois faz outra ‘congress party’. Vê lá as semelhanças…:)

  5. Sérgio Mascarenhas diz:

    Está tudo de tanga (ou menos que isso)? Andam todos à cata de piolhos para libertarem no meio do mato? Vou ver.

  6. Sérgio Mascarenhas diz:

    Ah, a mão. Tens razão corrige-se a lista e adiciona-se o Congress Party, usa-se um ‘s’ e fica INDIANS.

    Depois vem o lado oposto e desenha o verdadeiro mapa religioso da Índia:

    Buddism
    Hinduism
    jAinism
    Rss
    shiv senA
    b.j.parTy

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