Já agora, o Tintim na Índia…

Inspirado pelo blog paralelo de Alcipe, fui recordar as passagens do repórter pela Índia.

Primeiro foram Os Charutos do Faraó,  , onde nas primeiras páginas se estreia o nosso fantástico Oliveira da Figueira.

A última terça parte da aventura é passada na Índia, uma Índia colonial, habitada por encantadores de serpentes, faquires e vacas sagradas.

Há na história o principado de Gaipajama, que se for hindí quererá mais ou menos dizer ‘pijama da vaca’…

Não me perguntem como, mas o Maharajá de Gaipajama está no Facebook!: http://www.facebook.com/people/Maharajah-Gaipajama/1136378578

Página 113 de Shampoo Planet, de Douglas Coupland (Simon & Schuster)

“A pinkish light. Two lawn chairs. Faint Strauss in the background.
Romana: You know, I like a pop culture reference. And fashionable readers. Did you see her shoes?
Noveline: (sniffing) Coupland isn’t the only author to namecheck that pointy-haired journalist. Remember The Golden Gate by Vikram Seth?
Romana: (delighted) The sonnet novel!
Noveline: Several stanzas all about Tintin.
Romana: I heard that in the original books, Tintin’s dog was named after Hergé’s first girlfriend. Milou from a nickname for Marie-Louise.
Noveline: How horrible.
Romana: I think it’s sweet.”    

                                                

Tintim volta ao subcontinente na sua aventura no Tibete. Em Delhi ele e o Capitão Haddock visitam o Forte Vermelho e o Qutab Minar, e fazem um pequeno passeio, impedido por vacas, nas vielas de Velha Delhi.

Mas nem isto está livre de críticas, e há quem se dê ao trabalho de ver se esta visita turística é toponímicamente racional. E parece que não é…: “The first sightseeing place in Delhi which our freinds visit is Qutub Minar which is in south Central Delhi , then they visit the Red Fort which is in North Eastern Delhi from where they go to Ghiasuddin Tughlaq’s Tomb which is to the extreme South East of Delhi after which they seem to have missed out Rajghat that is again to the North East of Delhi , the latter place very near to Red Fort. And Delhi being a huge City , the distances between the succesive places visited could be anywhere between 15 to 20 kms.

So we see that Hergé has sent our friends on a zigzag course of Delhi all within a space of less than 3 hours.This shows that Herge has never visited Delhi (and that’s a fact) , he has created a collage of places with pictures from a travel book.”

7 diferenças entre duas edições da mesma história:

 Por fim, só Goa para fazer isto ao Tintim:

PS – e mais trivia: “On 1 June 2006, the Dalai Lama bestowed the International Campaign for Tibet’s Light of Truth award upon the character of Tintin, along with South African Archbishop Desmond Tutu. The award was in recognition of Hergé’s book Tintin in Tibet. In 2001 the Hergé Foundation demanded the recall of the Chinese translation of the work, which had been released with the title Tintin in China’s Tibet. The work was subsequently published with the correct translation of the title.”

4 respostas a Já agora, o Tintim na Índia…

  1. Constantino Xavier diz:

    E para quando uma expansão dos nossos “timtins” à Índia: “Uma Aventura em Goa”? Alguém fala com as senhoras autoras?

  2. alcipe diz:

    No meu timtimnotibet,blogspot.com tenho um “tintin au cambodge”, mas não consigo mandar imagens para aqui

    Alcipe

  3. alcipe diz:

    O marajá na versão francesa é de Rajpoutalah – Rajput, normal…

  4. alcipe diz:

    Feliz por encontrar mais um tintinófilo!

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