mais um post controverso…

Quase que deixávamos passar isto…

Quando se realizou aquela tontice há dois anos atrás, das 7 maravilhas do mundo, veio cá a actriz indiana Bipasha Basu. Olhem ela aqui no Estádio da Luz, envergando já o tradicional vermelho local…

Mas a sua curta passagem por Lisboa acabou por criar pequena polémica na imprensa cor-de-rosa, pela forma como, numa festa em Lisboa, se comportou com o nosso Cristiano Ronaldo. 

Nas palavras de uma testemunha: “Cristiano and Bipasha were all over each other. They were kissing and he was being very tender, cupping her face and staring into her eyes.”

When asked about the ‘Kiss’ 

Bipasha said: “Yes, it is me in the picture. It was taken at an opportune moment and has been taken out of context. Again, it looks like a case of irresponsible assumptions.”

“Bipasha danced and partied with The Man United footballer until her sole was bruised. “I felt like a princess. He paid me so many compliments. He danced with me throughout the night.

“There were 50,000 jealous women staring at us. I must’ve got so much Portuguese bud-dua that night. The local girls wanted to murder me. Now he wants to e-mail me regularly”.

“During dinner Cristiano told Bipasha he’s a big fan of Bollywood. “I thought he was just trying to be sweet. I told him he didn’t have to say he liked Bollywood films just to please me.

“Cristiano fished out his cellphone and made me hear Tujhse naraaz nahin from Masoom. He said, ‘Now do you believe me?'”

Ouçam aquilo que o Cristiano tinha no telemóvel, do filme Masoom de 1983!! Eu lanço já a controvérsia: não acredito que ele tivesse isto lá….: http://www.youtube.com/watch?v=Cqx6pboyVkE&feature=related

Retomando: ” Bipasha laughs at the memory hours after landing back in Mumbai. “Though he looks older, Cristiano is very young….just a boy. Now I’ve told him I’m only his fan on the field. Beyond the field he’s my friend. I’ve told him I’m his first Indian friend. I’ve invited Cristiano to India.”

Em próximo tópico poderíamos abordar outro assunto igualmente complicado, os padrões migratórios das aves na Índia. Dois links para abrir o apetite:

http://www.birding.in/

http://www.e-pao.net/epPageExtractor.asp?src=education.Watch_out_for_Migratory_birds.html..

10 respostas a mais um post controverso…

  1. alcipe diz:

    Meus caros, isto é a “page three” do “Delhi Times” ou quê?

  2. ken5z9mana diz:

    ainda não, mas havemos de lá chegar…

  3. alcipe diz:

    Vocês são um bando de “dirty minded” e não percebem nada disto! Olhem o que um escritor francês respeitável (Michel Tournier) escreveu sobre a Índia:

    “(…) l’un des traits de la société indienne auxquels le voyageur est forcément sensible: il constate que l’Indien paraît étranger aux choses du sexe(…)J’ai parcouru la nuit les prétendues “rues chaudes” de Bombay(…). Cela peut certes faire rêver des imaginations naives, mais je n’y ai pas senti la moindre allusion sexuelle(…)”

    A Bipasha Basu e a Freida Pinto não despertam a menor alusão sexual! Palavra de francês…

  4. Sérgio Mascarenhas diz:

    Bem, se o Tournier apenas consegue discernir alusões sexuais tendo por referência a zona vermelha de Amesterdão ou o Boulevard S. Denis, então tem razão. Os eunucos que se passeiam pelas ruas de Bombaim ou Deli são mais sensuais que a mulher média indiana ou que as prostitutas profissionais para cidadão médio.

    Isso, aliás, motivou uma vez uma conversa interessante com um jovem jornalista goês. Ele esteve em Portugal e gostou muito. Depois escreveu um conjunto de crónicas no jornal sobre a sua visita, crónicas que redundaram num livro (publicado com apoio financeiro da Fundação). No livro ele refere uma ida a uma discoteca e manifesta o choque que nele provocou o comportamento «licencioso» das raparigas.
    Quando falei com ele tentei explicar-lhe que o comportamento das raparigas nada tem de licencioso, é apenas uma manifestação de prazer sensual livre e descomplexado.
    Por outro lado, e para pagar na mesma moeda, manifestei-lhe o meu choque com a quantidade e a liberdade dos homossexuais indianos. Era impensável na Europa andarem pela rua abraçados e a trocar carícias como faziam na Índia…

    O que me leva de novo ao Tournier. Na Índia, suponho que por influência muçulmana e anglo-vitoriana, não há lugar para o contacto físico, nem que seja mera manifestação de carinho, entre homem e mulher. Por outro lado, a manifestação de carinho entre homens (sem conotação sexual na maior parte dos casos) tem uma liberdade sem par no ocidente.

    Para um ocidental a mulher indiana parece assexuada. Não que o seja, diga-se de passagem. A sua sensualidade existe mas é muito contida e manifesta-se de forma subtil.

    Estou a falar de mulheres jovens. Depois casam-se e esforçam-se por manifestar à sociedade que são perfeitamente capazes de cumprir o seu principal dever – não, não é escrever um livro nem plantar uma árvore.

  5. ken5z9mana diz:

    que livro e que goês são esses?..

  6. Sérgio Mascarenhas diz:

    «Progressive Portugal» de Poi Raiker.

  7. ken5z9mana diz:

    vou ver se encontro…

  8. ken5z9mana diz:

    aliás, na primeira página do Sunday Times em Delhi, hoje, e não a 3ª do Delhi Times, lol, longo artigo sobre casamentos homossexuais:

    “Gay couples ‘marry’ with parents’ approval, havan and the works

    Last week, Durban-based sales advisor Joe Singh and his partner Wesley Nolan solemnized their relationship at a ceremony where a Hindu priest officiated. …”

  9. Sérgio Mascarenhas diz:

    Tenho no meio dos meus papéis um interessantíssimo artigo de uma revista sobre uma cidade do norte da Índia. Nessa localidade ainda há a tradição de companhias de teatro compostas unicamente por homens. Os que desempenham o papel de mulheres comportam-se e vestem-se sempre como mulheres, num caso que impropriamente poderíamos aproximar da transexualidade.

    Ora as coisas não ficam por aí. Há também o costume de homens de meia idade, normalmente viúvos e com uma situação segura na vida, casarem com os jovens actores masculinos em casamentos absolutamente idênticos aos com uma mulher e aceites pela sociedade local como tais.
    A razão é simples, é extremamente difícil arranjar candidatas a mulher e muito caro (efeitos do enviesamento demográgico a favor dos sujeitos do sexo masculino e do sistema de dotes); e os jovens consortes não engravidam, logo não há o risco de pôr em causa os interesses de herdeiros, etc.

    Depois há aquele caso que ocorreu pouco depois da minha chegada à Índia: uma mulher imolou-se a ela e à filha em plena Conaugh Place em Deli. Vai a ver-se e a razão é a seguinte: elas viviam numa localidade rural. O marido e pai partiu para Deli à procura de trabalho. Durante algum tempo foi enviando dinheiro para elas viverem mas a certa altura deixou de o fazer e de dar notícias. Reduzidas à miséria mãe e filha partem por sua vez para Deli à procura dele. Acabam por o encontrar a viver com um eunuco. Ele põe-nas na rua, elas recorrem ao único meio que encontraram para acabar com a situação de vida em que se encontravam…

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